segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

control.


semana passada fui ver o Control, filme biográfico de Ian curtis e do mito Joy Division. já tinha ouvido falar muito do filme, da actuação de Sam Riley (que nem sabia quem Ian Curtis era!) da parecença entre o actor e o cantor…enfim, o mito Joy Division voltou em força e, apesar de estar em só duas salas de cinema, teve muita publicidade.
gostei muito do filme. mas eu adoro Joy Division. e acho difícil alguém não gostar do célebre Love Will Tear Us Apart. mas mesmo assim, penso que o filme está feito para fans do Joy Division (o uso de “do Joy Division" é prepositado) ou de Ian Curtis ou ainda de maníaco-depressivos ou pessoas que acham Joy Division cool. é um filme um pouco egoísta mas com muita razão de ser. nunca uma banda de tão pouca duração foi tão importante para o panorama musical independente.
o filme arrepia como o inicio de Transmission ou de Atmosphere.
é bom porque é Joy Division.


depois de ver o filme a vontade de ver vídeos no youtube foi muita. revi alguns vídeo-clips e comprovei que Ian Curtis dançava mesmo daquela maneira. mas o que me leva a escrever este reparo é o facto de ter ouvido, e visto, a versão de Nouvelle Vague para Love Will Tear Us Apart. e é por estas coisas que Nouvelle Vague não devia existir. conseguiu fazer com que parecesse uma musiquinha nervosa miudinha, sem garra nem drama. como detesto Novelle Vague!

2 comentários:

Wellington Almeida disse...

A versão mais bela que já ouvi de «Love Will Tear Us Apart» é a do disco de estréia da Susanna & the Magical Orchestra. Linda, linda. Procura que vais gostar.

Ah, e eu tenho em vinil o «Closer» que inclui «Love will tear us apart» como bonus. No Brasil, a edição saiu com esta faixa. LP raro que deve valer uma fortuna no Ebay :D

Peter disse...

meu, compro por 50 euros!!